Além disso, trata-se também de providenciar à criança todos os nutrientes presentes nos alimentos de diferentes cores, como o tomate, o pepino, o milho, a beterraba, entre outros.
Em Portugal, são dois milhões os indivíduos que sofrem da doença.
A osteoartrose é a doença reumática mais frequente. Em Portugal, são dois milhões os indivíduos que sofrem da doença e, embora esteja associada ao envelhecimento, os especialistas afirmam que se trata de um processo mais complexo.
A osteoartrose resulta da interacção de múltiplos factores de risco, em indivíduos geneticamente predispostos.
Por isso, “a melhor forma de evitar a doença é ter em conta esses factores e manter hábitos de vida saudável”, defende a especialista, acrescentando que a elevada prevalência de obesidade infantil é, sem dúvida, um factor de produção da osteoartrose, sobretudo nas articulações de carga (anca e joelho).
O sedentarismo, a prática de exercício físico errada ou hábitos alimentares incorrectos devem, segundo Aurora Marques, “ser acautelados através de um programa básico de educação bem definido”.
Assim, quando diagnosticada a osteoartrose, “o tratamento deve combinar os medicamentos com medidas de educação do doente”.
“O tratamento modificador de estrutura com sulfato de glucosamina é fundamental, porque além de retardar a progressão da doença, permite reconstituir a cartilagem que está danificada, para além de que, se for administrado de forma continuada, evitamos o recurso a outras terapêuticas, como analgésicos e anti-inflamatórios não esteróides”, explica Aurora Marques.
Toda a fruta fornece calorias, mas o valor calórico (energia) difere, para igual quantidade de peso, dependendo do tipo de fruta. Os frutos mais doces, como a banana, dióspiro, figos, uvas, têm maior valor calórico. No entanto, o consumo de fruta deve ser diário e abundante.
Um nutriente não é um conjunto de alimentos
Um nutriente (ou nutrimento) é uma substância que faz parte da composição dos alimentos. Um alimento é formado por vários nutrientes. Os nutrientes agrupam-se em classes: proteínas, hidratos de carbono, lípidos, vitaminas, minerais, fibras.
No rótulo de um produto alimentar, a lista de ingredientes é indicada atendendo às quantidades
A lista de ingredientes presente no rótulo de um produto alimentar é indicada por ordem decrescente de peso dos ingredientes, isto é, da maior para a menor quantidade. Assim, devemos ter em atenção quais os primeiros ingredientes, para evitar os alimentos ricos em sal, gordura ou açúcar.
Nenhum alimento engorda, desde que ingerido na quantidade adequada. Apesar da batata ser rica em hidratos de carbono, o seu valor calórico (energia) varia consuante o método culinário utilizado. A título de exemplo, 100g de batata cozida fornecem 80 Kcal e 100g de batata frita fornecem cerca de 260 Kcal.
Os grelhados e os cozidos não são os únicos métodos de confecção saudáveis
Estes métodos de confecção são saudáveis mas, não são os únicos. Os assados e os estufados, com pouca ou nenhuma gordura, são igualmente saudáveis e saborosos. É assim possível tornar uma refeição agradável, variando o modo de confecção e fazendo combinações de alimentos, de acordo com a sua côr, textura e sabor.
A Doença de Alzheimer é uma doença degenerativa, progressiva e irreversível que compromete irremediavelmente o cérebro causando alterações comportamentais profundas, dificuldade no raciocínio e na articulação do pensamento e diminuição da memória, com efeitos devastadores sobre o doente e sobre a família. Estima-se que no ano 2040 12 a 14 milhões de americanos serão portadores de doença de Alzheimer.
Em Portugal são 60 mil as vítimas de Alzheimer, cujo Dia Mundial foi assinalado ontem, sendo o número de pacientes no Brasil estimado em 1,2 milhões e 4,5 milhões nos EUA, onde a doença é responsável por 100.000 óbitos por ano e constitui a quarta causa de morte em adultos. Em função do envelhecimento mundial global este número aumentará dramaticamente e em 2050 existirão 100 milhões de portadores e, destes, 2/3 habitarão países em desenvolvimento, contra os actuais 26 milhões, 40% dos quais em fase avançada.
Problemas relacionados com o absentismo laboral provocado pela doença, questões de "discriminação" em espaços públicos e/ou no trabalho, informação sobre a doença e nível de satisfação com as terapêuticas são alguns dos temas abordados neste estudo.
Em declarações à Lusa, o presidente da PSOPortugal, João Cunha, revelou que uma das principais surpresas que este estudo lhe causou foi a associação da psoríase a outras doenças.
O estudo revela que, dos 150 inquiridos para o estudo, 28 por cento têm diabetes, 26 por cento o colesterol alto e 11 por cento hipertensão.
Os restantes resultados não mereceram grande espanto de João Cunha, habituado às dificuldades com que os doentes se deparam todos os dias.
"Não há grandes surpresas, porque convivemos diariamente com esta realidade", afirmou.
O impacto psicológico desta doença revelou-se muito grande: 76 por cento dos inquiridos pensam que a psoríase tem impacto psicológico e 38 por cento afirmam que tem um impacto psicológico muito grande na sua vida.
A maioria dos inquiridos (66 por cento) revela que a psoríase condiciona a sua vida ao ponto de impedir uma ida à praia ou à piscina.
Mais de um quarto dos doentes (28 por cento) afirmou que a sua sexualidade é afectada por causa da psoríase e 19 por cento disse que esta tem impacto na sua vida familiar.
Para João Cunha, um dos objectivos da PSOPortugal - que a psoríase seja reconhecida como doença crónica - fica agora mais justificado.
"Sabemos que a doença tem um elevado custo para o Estado, pois quando as pessoas não se tratam - e não o fazem muitas vezes por falta de dinheiro para os tratamentos - têm de faltar ao trabalho", disse.
O estudo revela que, em média, as pessoas com psoríase faltam 20 dias por ano ao trabalho por causa da doença.
Outra conclusão do estudo indica que 40 por cento dos doentes têm dor.
A associação espera agora que estes primeiros resultados dêem lugar a uma investigação mais abrangente e que o Ministério da Saúde avance para a classificação da psoríase como doença crónica.
© 2008 LUSA - Agência de Notícias de Portugal, S.A.
2008-04-08 06:35:01
Doenças Crónicas
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